O concurso para construção de percurso pedonal na Azoia já está a decorrer, para obra a efetuar ao longo da EM569.

Com um prazo de execução de 240 dias, os trabalhos têm um custo estimado na ordem dos 355 mil euros, prevendo-se que se possam iniciar no segundo semestre deste ano.

A obra consiste na execução de um percurso com cerca de 2,4 quilómetros, ao longo da margem norte da EM569, entre a Rua da Caldeiria, que dá acesso à Aldeia Nova da Azoia, e a Rua do Morne, no final da Azoia, já próximo do Cabo Espichel, servindo assim, as habitações e estabelecimentos comerciais existentes ao longo da via.

 A faixa pedonal tem uma largura de 1,5 metros, e é delimitada por um lancil elevado para proteção do espaço automóvel, o que contribui para a segurança dos peões, uma vez que esta via regista muito tráfego automóvel, sobretudo de visitantes do Santuário do Cabo Espichel. Na zona das passadeiras e nos acessos às propriedades será efetuado o rebaixamento dos passeios para assegurar condições de mobilidade. Para além dos passeios, a obra engloba a execução de pluviais para evitar a acumulação das águas da chuva na via, o reforço do número de passadeiras, a requalificação das paragens de transportes públicos, a construção de cais para os contentores de lixo, e a melhoria da sinalização viária.

Com esta intervenção ficam concluídas as operações do Plano de Ação de Mobilidade Sustentável (PAMUS), na freguesia do Castelo, uma vez que, das restantes, algumas estão no terreno e outras concluídas. A obra da Azoia ficou para o fim porque neste momento já estão criadas condições para que a mesma se realize, uma vez que foram concluídas recentemente, as empreitadas de instalação de saneamento básico, pavimentações e reformulação da conduta de abastecimento de água.

O PAMUS engloba um conjunto de operações nas freguesias do Castelo, Quinta do Conde e Santiago, e beneficia de uma comparticipação financeira comunitária, ao abrigo de uma candidatura apresentada pela Câmara Municipal de Sesimbra, ao Portugal 2020.

( Foto_ CMS)